sábado, 6 de março de 2010

Gratidão


A ti, mãe, agradeço por minha vida,
que embora não sozinha tenhas me dado,
em teu ventre, protegido, fui gerado.

Destes-me amor, carinho e atenção,
e eu cresci forte, feliz, sem ferida,
amado e seguro em teu coração.

Se tão forte era a dor, tu me curavas;
Se tristeza fosse, tu me animavas;
Se o medo viesse, me confortavas;
Vida revirada, tu me aconselhavas.

Se eu sobrevivi é, pois, graças a ti.
Corpo e espírito por ti dedico,
E agradecido ao bom Deus suplico:
Não leves, ó pai, este anjo daqui!

Guigo Ribeiro

Um comentário:

Pâmela Jensen disse...

Gui, o que é esse final??!
INCRÍVEL!