Chora... assim, cada segundo, por horas...
Chora... assim, por estas terras, sem parar...
Um lamento contido, intenso demais, milenar;
lágrimas fundidas, de raiva e de dor;
O que te faz tão triste imensidão?
Céu... que já foi suave, azul e inebriante;
agora é alvo, nebuloso e vingador.
Mãe... mãe natureza, sábia e forte;
castiga teus filhos por levá-la à morte;
punição justa, merecida, demorada.
Perdão!
Pelas florestas cortadas;
Pelos rios poluídos;
Pelas explorações;
Pela negligência, maldade,
destruição...
Pelos ferimentos em teu coração.
Tarde demais? Talvez.
Impossível voltar atrás? Não, há tempo;
Arrependa-se, reinvente-se.
Essencial equilíbrio.
Guigo Ribeiro
4 comentários:
Querido Gui.. amei seu blog!!!!
Parabéns por fazê-lo!!!!
Lindo seu text : perdão!!!
Possamos mesmo ser perdoados. Abraços
Diva :)
Que bom que gostou... meu primeiro comentário :)
Hoje quando minha mãe me ligou e pediu pra vir pra casa porque o rio estava subindo muito, vim pensando no ônibus e escrevi.
Thank you so much, teacher!
Olá Gui!!!!
que bom ver que Letras não mata escritores, como dizem, mas que também há aqueles que conseguem sobreviver!
Todo sucesso no teu novo blog....
quando precisar é só no chamar!
VISITE NOSSO SITE!!!
www.site.pop.com.br/aguia2
ABC
FABIANA LANGE E RICARDO BRANDES
Muito bom!
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